Comunicação Não Violenta: o que é e como colocar em prática na sua empresa

Comunicação não violenta

Responda com sinceridade: você realmente consegue ouvir o que o seu cliente (ou funcionário) está dizendo durante uma conversa? Ou fica sempre pensando em qual resposta dar? Precisamos falar sobre o conceito de Comunicação Não Violenta. 

Essa forma de comunicação é simples, mas, ao mesmo tempo, desafiadora para se colocar em prática no ambiente empresarial – que lida diariamente com metas, prazos e diferentes personalidades.

Portanto, separe alguns minutos para entender melhor como você pode – e deve – colocar a Comunicação Não Violenta em prática em sua empresa. Acredite: os resultados são positivos. 

O que é Comunicação Não Violenta (CNV)?

A Comunicação Não Violenta é um conceito criado por um psicólogo norte-americano chamado Marshall B. Rosenberg. 

Trata-se de uma forma de se comunicar baseada no “falar sem machucar e no ouvir sem se ofender”. Para isso, portanto, um elemento é necessário para promover uma comunicação eficaz: a empatia

Saiba por que o atendimento telefônica da sua empresa precisa de empatia

A Comunicação Não Violenta ajuda a prestarmos atenção no feedback que estamos recebendo durante a conversa – seja ela por telefone, e-mail, pessoalmente ou por qualquer outro formato –, a identificar o sentido dela e a melhor forma de avaliar a situação, evitando conflitos.

Quais as vantagens da Comunicação Não Violenta para as empresas?

  • Ajuda a criar feedbacks melhores para a equipe.
  • Reduz o ruído de comunicação entre as equipes. 
  • Permite um atendimento ao cliente com verdadeira empatia, o que pode gerar resultados positivos para a empresa.
  • Permite solucionar problemas e situações internas e externas com mais desenvoltura. 
  • Aumento da motivação nos funcionários e melhora do ambiente de trabalho.
  • Faz com que a empresa seja vista como um ambiente que prioriza um atendimento eficiente e de qualidade, o que aumenta o valor da marca no mercado. 

Como colocar em prática a Comunicação Não Violenta na empresa?

Para Marshall, o criador do conceito, existem quatro componentes que tornam a base de qualquer conversa o ideal para uma Comunicação Não Violenta. 

São eles:

    1. Observação: antes de julgar algo, observe realmente a sua percepção sobre o assunto. Por exemplo: se você pediu um relatório a um colaborador, em vez de começar a lê-lo e já dizer que está ruim, observe detalhadamente quais pontos que estão inadequados antes de dizer. 
    2. Sentimento: a segunda etapa é a identificação de como você está se sentindo com a situação antes de emitir o seu parecer que o relatório não está bom. Está se sentindo frustrado? Desanimado? Com raiva? Identifique e não transfira a culpa para o colaborador.
    3. Necessidades: nesta fase da Comunicação Não Violenta, identifique quais necessidades não foram atendidas –  e que estão ligados ao sentimento que você teve ao ver o relatório do colaborador. Qual é a necessidade de o relatório estar completo e sem erros?
    4. Pedido: depois de observar a situação do relatório sem julgamentos, identificar os seus sentimentos em relação a essa entrega mal sucedida e quais são as reais necessidade do documento estar bem feito, está na hora da etapa final: o feedback ao colaborador. “Fulano, quando eu recebi o seu relatório, vi que ele tinha poucas informações e alguns erros nos cálculos. Me senti frustrado porque ele precisa estar bem completo e sem erros para enviarmos à diretoria. Você pode revisá-lo novamente e fazer as correções necessárias?”

 

 

Viu como esse feedback ficou bem claro e melhor do que apenas dizer que o relatório está ruim e é preciso fazer outro? A Comunicação Não Violenta, portanto, ajuda as empresas a se comunicarem mais claramente com seus colaboradores e vice-versa. 

Portanto, vale a pena investir no treinamento para toda a equipe praticar entre si e também com os clientes da empresa. Certamente os resultados serão positivos. 

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